Normas e Tamanhos

Proteção da Vista

INDICAÇÕES GERAIS SOBRE A PROTEÇÃO OCULAR

Significado das gravações da armação

X identificação do fabricante por sigla (ex. D=Pulsafe)

  • 166 número da norma
  • XXX Campos de utilização
  • 3= líquidos: gotas e projeções.
  • 4= partículas sólidas grossas
  • 5= gases, partículas finas sólidas: gases, vapores, nevoeiro, fumos e pó.
  • 8= arco elétrico de curto-circuito.
  • 9= metais fundidos e sólidos incandescentes /(salpicaduras de metal fundido e penetração de sólidos) F/B/A resistência ao impacto (F-baixa energia, B-energia média, A-alta energia))

Significado da gravação da lente:

  • indicação serve para identificar o tipo de risco para o qual a proteção foi certificada. É um código composto por uma letra e um número que indicam as especificações de proteção;
  • Os 3 primeiros números indicam o tipo de proteção (2-proteção ultravioleta, 3-proteção ultravioleta sem alteração de cor, 4-proteção infravermelho, 5-proteção luz solar, 6-proteção luz solar com proteção específica contra infravermelho).
  • 1.2 nível de proteção referido ao primeiro número
  • X identificação do fabricante por siglas (ex. D= Pulsafe)
  • 1/2/3 classe ótica (1= uso continuado; 3= uso ocasional)
  • S/F/B/A resistência ao impacto (S-resistência mecânica incrementada, F – impacto baixa energia, B- impacto energia média, A- impacto alta energia)
  • 8 resistência ao arco eletrónico de curto-circuito
  • 9 anti-aderência dos metais fundidos e resistência à penetração de sólidos incandescentes.
  • K resistência à abrasão
  • N resistência anti-embaciamento

Detalhes das normas

  • Normas básicas
  • EN166 proteção individual dos olhos. Requisitos gerais
  • EN167 Método de ensaios óticos.
  • N168 Métodos de ensaios não óticos.
  • Norma por tipologia de filtro
  • EN169 filtro para soldaduras e técnicas relacionadas
  • EN170 filtros para ultravioletas
  • EN171 filtros para infravermelho
  • EN172 filtros solares para uso industrial

Tipo de riscos

  • Mecânicos: impactos, pó, partículas sólidas, partículas mecânicas, areia.
  • Químicos: gotas e salpicaduras de líquidos
  • Radiações: infravermelho, ultravioleta, laser, luz brilhante.
  • Elétricos: contacto direto, arco elétrico de curto-circuito.
  • Térmicos: líquidos quentes, material em fusão, chamas.
Cor Indicação da lente              Aplicação Certificação
Incolor 3-1.2 D1F Para utilização em ambientes onde a proteção dos olhos solicita um risco mais comum (para a exposição a partículas em movimento) Absorve>99,9% dos raios UV até 385 nm. EN166 proteção mecânica
EN170 proteção UV
Cinzento TSR Cappuccino 5-2.5D1F Para utilização no exterior, quando o risco solar possa afetar o olho. Permite um bom reconhecimento dos sinais de tráfego. Absorve >99,9% dos raios UV até385 nm. EN166 proteção mecânica
EN170 proteção UV
EN173 proteção de radiações solares

Prata 5-1.7D1F Ocular com elevada prestação para a utilização em ambientes fechados e externos. Ideal para a proteção contra o risco mais habitual. Reduz o deslumbramento e solar. Absorve >99,9% dos raios UV até 385 nm. EN166 proteção mecânica
EN170 proteção UV
EN172 proteção de radiações solares
Prata Espelhado Azul Espelhado 5-3.1D1F Para utilização externa quando a luz solar possa afetar a vista. Permite em bom reconhecimento das cores de sinalização. Ideal para a proteção contra risco solar comum. Absorve >99,9% dos raios UV até 385 nm. EN166 proteção mecânica
EN170 proteção  UV
EN172 proteção de radiações solares
 
Amarelo HDL Âmbar 2-1.2D1F Garante uma enorme visibilidade em condições com pouca luz. Ideal para proteger contra riscos comuns. Absorve >99,9% dos raios UV até 385 nm. EN166 proteção mecânica
EN170 proteção UV
Verde 3.03D1F Proteção contra soldadura de gás EN166 proteção mecânica
Verde 5.05D1F Proteção contra soldadura de gás EN169 proteção de soldadura

Proteção Vias Respiratórias

A proteção das vias respiratórias consegue-se mediante:

Um equipamento respiratório isolador que permita ao utilizador respirar independentemente da atmosfera ambiente. Há dois grupos de poluentes que, por sua vez, se dividem nas seguintes formas: Radiação: infravermelho, ultravioleta, laser, luz brilhante.

  • Poluentes em formas de partículas, pó, fumos e nevoeiros.
  • Poluentes em fase gasosa, gases, vapores.

O pó, fumos, nevoeiros, gases e vapores são as cinco formas em que se podem apresentar os poluentes. Em muitos casos não se encontra um só tipo de combinação destes.

A escolha do filtro:

O filtro deve ser escolhido em função:

  • Da substancia tóxica da qual se pretende proteger.
  • Do trabalho que se tem que desenvolver.
  • Da modalidade de toxicidade e da duração do trabalho.
  • Dos aparelhos de que se dispõe.

Código de Cores:

A Vapor orgânico, dissolventes e hidrocarbonetos
AX Gases e vapores orgânicos voláteis. Ponto de ebulição inferior a 65ºC
B Gases e vapores inorgânicos, por exemplo cloro, cianeto de hidrogénio e sulfuro de hidrogénio.
E
Gases e vapores ácidos, por exemplo dióxido de enxofre e cloreto de hidrogénio.
K
Derivados de amoníacos
P Partículas, aerossóis sólidos e líquidos.
HG Mercúrio
NOP3 Monóxido de Nitrogénio
CO Monóxido de Carbono.

Classes de utilização do filtro:

Proteção de gás/vapor: Proteção de partículas, pó e aerossol:
CLASE 1: filtros de baixa capacidade
Para uma quantidade de gás inferior a 0.1% em volume
CLASE 1 (FFP1)
Para proteger das partículas sólidas grossas sem toxicidade específica
CLASE 2: filtros de capacidade média
Para uma quantidade de gás incluído entre 0.1% e 0.5 % volume
CLASE 2 (FFP2)
Para proteger dos aerossóis sólidos e/ou líquidos indicados como perigosos e/ou irritantes.
CLASE 3: filtro de capacidade elevada
Para uma quantidade de gás incluído entre 0.5% e 1% em volume (botijas de grande capacidade para levar à cintura)
CLASE3 (FFP3)
Para proteger dos aerossóis sólidos e/ou líquidos tóxicos

Podem considerar-se dispositivos filtrantes de proteção das vias respiratórias: máscaras auto filtrantes para gases e vapores, semi-máscaras com filtro, máscara integral com filtro.

Norma Europeia por referência:

  • EN 149.2001: máscaras auto-filtrantes contra partículas
  • EN 405: máscaras auto-filtrantes para gases e vapores
  • EN 140: semi-máscaras
  • EN 136: máscaras completas
  • EN 143: filtros contra partículas
  • EN 141: filtros contra gases e filtros combinados
  • TM 14/7.254: respiratorios de ar comprimido

A norma EN 149:2001 estabelece e garante que:Todas as máscaras protegem tanto de aerossol sólido (S) como líquido (SL)

  • As três classes de proteção FFP1- FFP2-FFP3 garantem proteção de aerossol de base aquosa e de aerossol de base. Não se devem utilizar máscaras faciais ou respiradores nos seguintes casos:

No se han de utilizar mascarillas faciales o respiratorias en los siguientes casos:

  • Insuficiência de oxigénio (concentração <17%)
  • Concentração do poluente na área superior ao limite de exposição
  • Se há poluentes no limiar superior ao TLV (não percetível ao olfato)

Para determinar a escolha de um filtro, deve-se conhecer o valor do TLV, O FACTOR DE PROTEÇÃO NOMINAL DO PROTETOR, O FACTOR DE PROTEÇÃO DE RISCO E A TOXICIDADE DO POLUENTE.

TLV= Nível de exposição ocupacional dos diferentes poluentes que se possam encontrar no ar. Um TLV é a concentração máxima de uma substância contida no ar, calculando em média sobre um período de referência, normalmente de 8 horas, durante o qual, segundo conhecimentos atuais, um trabalhador pode ser exposto sem efeitos negativos para a sua saúde.

FACTOR DE PROTEÇÃO NOMINAL: Relação entre a concentração do poluente no ambiente e a possível concentração no interior da máscara.

  • Fator de proteção com poluentes mais comuns.
Máscara EN 149:2001   Máscara EN405 Semi-máscara Máscara integral
Prot. Pó P1  4.5 4.5 4.5 5
Prot.Pó P2  12 12 12 16
Prot. Pó P3  50 50 50 1000
Gases e vapores  -- 20 20 2000

Legenda máscaras:

  • NR: não reutilizável
  • R: reutilizável
  • D: superado o teste opcional com pó dolomite

FACTOR DE PROTEÇÃO DE RISCO= Resultado da concentração média no local de trabalho do poluente e o TLV.

TOXICIDADE DO POLUENTE= Quanto mais tóxico é o poluente, maior deve ser a sua eficácia filtrante e também depende da concentração do poluente.

ESCOLHA DA MÁSCARA E DO FILTRO MAIS ADEQUADO.

A escolha deve ser feita a partir de uma correta avaliação do risco: avaliar a natureza do poluente para escolher o filtro que se deve utilizar, avaliar a concentração do poluente para determinar o tipo de respirador e a classe de filtro que se deve utilizar. Dividindo a concentração média sobre o local de trabalho pelo TLV do poluente, obtém-se o fator de proteção de risco. O dispositivo adequado terá de fornecer um fator de proteção nominal superior ao fator de proteção de risco. Qualquer tipo de filtro deverá ser substituído quando o utilizador note cheiro e/ou sabor do poluente.

Proteção Auditiva

Os danos provocados pelo ruído continuam a representar um elevado gasto para as empresas. Dados estatísticos confirmam que uma exposição equivalente a 85DbA durante 35 anos laborais provoca 15% de possibilidade de que o trabalhador perca capacidade auditiva. Uma investigação EUROSTAT (2004) demonstrou que a perda auditiva é a quarta doença profissional em termos de reconhecimento.

As principais normas para os EPI de proteção do ouvido são as seguintes::

  • EN 352/1 Auscultadores
  • EN 352/2 Tampões insertáveis
  • EN 352/3 Auscultadores para capacete
  • EN 352/4 Auscultadores eletrónicos

Na indicação da atenuação mediana de um EPI os valores expressos aparecem em decibéis, H, M, L que representam a atenuação média do aparelho às frequências ALTAS, MÉDIAS E BAIXAS. O SNR indica, por outro lado, a atenuação média do protetor sobre todo o espetro de frequências. Na realização da Norma 2003/10/CE.

Esta é a síntese das alterações mais significativas:

Descida do valor limite (3 dB). Os novos valores de intervenção convertem-se em:

  • Valor inferior: 80 dB; o empresário põe os EPI à disposição do trabalhador.
  • Valor superior: 85 dB; o empresário e o representante laboral averiguam a eficácia do mesmo.
  • Valor limite: 87 dB; ultrapassando este nível, o empresário obriga os trabalhadores a usarem os EPI, e estes têm a obrigação de os utilizar.
140x140

Norma para a proteção das mãos

EN 420 REQUISITOS GERAIS

A luva é um artigo para salvaguardar as mãos e as partes das mesmas. A luva pode tapar parte do antebraço e do braço. O grau de prestação (normalmente um número de 0 a 5) indica o comportamento da luva num teste específico. Assim pode ser possível classificar o resultado desse teste. O nível “X” indica que a luva não foi testada para o risco correspondente; o nível “0” indica que a luva não alcançou os requisitos mínimos do teste. Um número elevado corresponde a um elevado nível de prestação.

RISCO MECÂNICO EN 388

  • a - resistência a abrasão (0-4)
  • b - resistência a corte por lâmina (0-5)
  • c - resistência a rasgado (0-4)
  • d - resistência a perfuração (0-4)
  • e - resistência a corte EN ISO (A-F)
  • f - proteção contra impactos EN (PASSOU OU FALHOU)

RISCOS QUÍMICOS EN374

  • Tempo de passagem >30 min. Para pelo menos 3 substâncias químicas da seguinte lista: A (Metanol), B (Acetuba), C (Acetonitrilo), D (Diclorometano), E (Bisulfuro de carbono), F (Tolueno), G (Dietilamina), H (Tetrahidrofurano), I (acetato de etilo), J (n-Heptano), K (Hidróxido sódico 40%), L (Acido sulfúrico 96%)

RISCOS DE FRIO EN 511

  • Caracteriza as luvas que foram testadas e verifica a resistência ao frio.

 

 NÍVEIS DE DESEMPENHO 0   1 2 3
4
 A. convecção Fria. isolamento térmico  1 < 0,10   1,10 < l < 0,15
0,15 < l < 0,22
 
0,22 < l < 0,30
 0,30 < l
 B. contato Fria. resistência térmica  R < 0,025    0,025 < P < 0,050  0,050 < P < 0,100  0,100 < P < 0,150  0,150 < R
 C. Teste de penetração de água
 Fracassado    Passou  -  -  -

 

RISCOS DE MICRO-ORGANISMOS EN374

  • Este pictograma assinala que a luva foi testada e verificada com a propriedade de resistência à passagem de microrganismos em testes de laboratório.

RISCOS DE CALOR E/OU FOGO EN 407

  • a - Comportamento em chama
  • b - Resistência ao calor por contacto
  • c - Resistência ao calor convectivo
  • d - Resistência ao calor radiante
  • e - Resistência às pequenas salpicaduras de metal fundido
  • f - Resistência às grandes massas de metal fundido

NORMAS RELATIVAS À LUVA

EN388 RISCOS MECÂNICOS

Requisitos:

  • a - Resistência à abrasão: indicada pelo número de ciclos suportados pela luva testada.
  • b - Resistência ao corte (de lâmina): indicada pelo número de passos necessários para cortar a luva testada em velocidade constante.
  • c - Resistência a rasgado: a força necessária para rasgar a luva testada.
  • d - Resistência à perfuração: a força necessária para perfurar a luva com um bico de dimensão standard.
  • e - Resistência ao corte: novo procedimento para o teste de corte também determina se borda da lâmina perda ocorra. Se a redução do gume da lâmina, o novo método de teste EN ISO 13997 torna-se a referência, enquanto que o teste de corte é apenas indicativa.
  • f - Proteção contra impactos: método de teste para áreas alegando proteção de impacto. P para superar, e nenhum código é aplicado em caso de falha.
  • Nos quatro primeiros casos, zero indica o nível mais baixo de proteção indicado na seguinte tabela:

ÍNDICE DE PRESTAÇÃO


0 2 3 4 5
a Resistência a abrasão (ciclos) <100  100  500  2000 8000
b Resistência a corte (fator) <1.2 1.2 2.5  5.0 10.0 20.0
c Resistência a rasgado (Newton) <10 10  25  50 75
d Resistência a perfuração (Newton) <20  20  60  100 150

A B C D E F
e Resistência ao corte EN ISO (Newton) 2 5 10 15 22 30
f Proteção contra impactos EN Passou ou falhou

EN 407 PROTEÇÃO TÉRMICA

Todas estas pruebas son facultativas, la presencia de una X en el sitio de una de estas cifras indica que la resistencia del guante a este particular riesgo no está probado.Todas estes testes são facultativos, a presença de um X no sítio de um destes números indica que a resistência da luva a este risco particular não está comprovada.

  • a - Resistência a inflamáveis: baseia-se no tempo que o material testado demora a ficar inflamado e depois incandescente depois de que se tenha retirado a chama.
  • b - Resistência ao calor por contato: baseia-se no limite de temperatura (100º - 500º) que o utilizador resiste sem dor por um período de pelo menos 15 segundos.
  • c - Resistência por calor convectivo: baseia-se no período de tempo durante o qual é capaz de retardar a transmissão de calor criado por uma chama.
  • d - Resistência ao calor radiante: o tempo necessário para que a luva alcance uma determinada temperatura.
  • e - Resistência a pequenas salpicaduras de metal: o número de gotas de metal fundido necessário para levar a luva a uma determinada temperatura.
  • f - Resistência a grandes massas de metal fundido: a quantidade (peso) de metal fundido necessário para causar o esmagamento ou perfurar uma pele humana simulada colocada diretamente debaixo da luva de teste.
  • g - O nível de prestação é indicado com um índice que vai de 1 a 4. Todas as luvas têm ainda de apresentar um nível mínimo de 1 para a resistência à abrasão e a puxões (rasgado).

ÍNDICE DE PRESTAÇÃO


2 3 4
teste b resistência ao calor por contato >100ºC  >250ºC >350ºC >500ºC
teste b resistência ao calor por contato >15 seg.  >15 seg. >15 seg. >15 seg.

EN 12477 RISCO DE SOLDADURA

(Requisito e método de teste para a luva de proteção utilizados na soldadura metálica, cortes e processos afins)). A luva utilizada para la soldadura será classificado em dois tipos:

  • B: Quando se requer grande destreza
  • A: Para outros procedimentos de soldadura.

NORMA EUROPEIA PARA CALÇADO DE PROTEÇÃO CE EN20345

Código de designação Classificação
I Calçado fabricado em couro e outros materiais, excluindo o calçado todo-borracha e todo-polímero.
II Calçado todo-borracha (vulcanizado) e todo-polímero moldado
  • SB: REQUISITOS MÍNIMOS BÁSICOS, biqueira de aço com absorção de energia de 200 J, sola em qualquer tipo de material.
  • S1: REQUISITOS BÁSICOS, anti-estático, absorção de energia no calcanhar.
  • S2: REQUISITOS BÁSICOS, S1 + impermeabilidade no peito do pé.
  • S3: REQUISITOS BÁSICOS, S2 + lâmina anti-perfurante, sola de pitões ou entalhes.
  • S4: TIPO II, anti-estático, absorção de energia no calcanhar.
  • S5: Como S4 + lâmina anti-perfurante, sola de pitões ou entalhes.

SB S1  S2  S3 S4 S5
A CALÇADO ANTIESTATICO
-
E ABSORÇÃO DE ENERGIA NO CALCANHAR
X  X X  X X 
WRU IMPERMEABILIDADE NO PEITO DO PÉ - -  - -
P LÂMINA ANTI-PERFURANTE - X - X
CI ISOLAMENTO DO FRIO - - - -
HI ISOLAMENTO DO CALOR - - -
C CALÇADO CONDUCTIVO -              - -
HRO RESISTÊNCIA AO CALOR POR CONTATO -              - -

X: Significa que tem as características especificadas

Resistência à derrapagem

  • SRA: teste m cerâmica / solução detergente
  • SRB: teste em aço / glicerina
  • SRC: SRA + SRB

Comentário:

O sinal ¨CE¨ não é suficiente para estabelecer a qualidade do calçado, é também necessário analisar as siglas. A norma não indica o tipo de material, pode ser de pele ou sintética. A sola com coeficiente de aderência (antiderrapante) é obrigatória apenas no tipo S3.

EN20346 calçado de proteção igual à EN20345 com a diferença de que a biqueira resiste 100J.

EN20347 calçado para trabalho profissional quando não tem biqueira de aço.

EN345, EN346, EN347.

As normas indicadas são ainda válidas para modelos certificados antes da norma EN20345 / EN20346 / EN20347.

Norma Vestuário

Norma Geral de Vestuário EN340

É a regra geral referente à roupa e requisitos específicos relacionados com a inocuidade da peça, a ergonomia e a informação entregue pelo fabricante.

Norma de Vestuário Anti-frio EN 342

  • EN342: Norma relacionada com o frio em temperaturas inferiores a -5 º (por exemplo, frio extremo ou câmaras frigoríficas)
  • EN:14058:-5ºC.

Norma de Vestuário de Alta Visibilidade EN 471

GUIA DE DIVISÃO POR CLASSE

Dependendo das características de alta visibilidade cada indumentária, pode pertencer a uma classe das três exigidas pelo produto.

  • CLASSE 3: A faixa refletora deve ter uma altura mínima de mais de 50 mm e um mínimo da superfície total não inferior a 0.20 m².
  • CLASSE2: A faixa refletora não deve ter uma altura mínima de 50 mm e um mínimo da superfície total não inferior a 0.13 m² O material fluorescente deve ter uma superfície mínima de 0.50 m²
  • CLASSE 1: A faixa refletora deve ter uma superfície mínima de 0.10 m². O material fluorescente deve ter uma superfície mínima de 0.14m²

A título de exemplo, os fatos como casacos e calças encontram-se dentro da classe 3, os casacos de mangas de alta visibilidade em cor estão na classe 2, os coletes na classe 2 e as jardineiras estão na classe 1.

Além dos requisitos de superfície, devem seguir-se certas regras acerca da localização e distâncias das faixas refletoras e os riscos mínimos de descontinuidade entre as faixas. Por exemplo, ao usar um casaco certificado que esteja aberto, com uma interrupção da faixa refletora superior a 3 cm, é como se usasse um casaco não certificado.

Neste sentido, deve usar uma t-shirt, uma camisa ou um colete, também certificados, debaixo do casaco.

A limpeza também é um fator importante. Quando uma peça de vestuário está suja, perde as suas características de alta visibilidade e deve ser lavada. Nas indicações deve estar indicado o ciclo de lavagem indicado para a peça de vestuário para que esta não perca as suas características.

INDICAÇÕES: A etiqueta deve indicar:

  • Marca ou meios de identificação do fabricante ou representante
  • Nome ou código do produto
  • Tamanho
  • Norma de referência
  • Instruções para a manutenção e nº de ciclos de lavagem.
  • Pictograma

Pictograma no primeiro número (X) indica a classe de material, e o segundo número (Y) a classe de material refletor como coeficiente de intensidade luminosa.

EN343 NORMA ROUPA DE PROTEÇÃO DE CHUVA

  • X= Resistência à penetração da água.
  • Y= Resistência ao vapor de água.

Esta norma específica os requisitos e métodos de ensaios aplicáveis aos materiais e costuras da roupa de proteção contra os efeitos das precipitações (chuva, neve), nevoeiro e humidade do solo.

Requisitos:

Resistencia a la penetración del agua (Wp) en Pascal: La medición se realiza sometiendo el material externo y las costuras de la prenda a una presión del agua (980 x/-50) Pa/min. Dividido en 2 niveles (del 1 al 2) de menos a más impermeable.Resistência à penetração da água (Wp) em Pascal: a medição realiza-se colocando o material externo e as costuras das peças de vestuário sob uma pressão de água (980 x/-50) Pa/min. Dividido em 2 níveis (de 1 a 2) de menos a mais impermeável.

Resistência ao vapor de água (RET) em (M².PA)/WP: mede a resistência à evaporação. Quanto maior for essa resistência ao vapor, maior obstáculo pressupõe ao vapor de água: um produto transpirável tem uma baixa resistência à evaporação. Dividido em 3 classes (1 a 3) de menos a mais transpirável.

Norma de Vestuário para utilizadores de serras manuais com corrente EN 381

A lei regula como deve ser o vestuário de proteção para motosserras, e que especificações devem cumprir cada parte destas peças de vestuário.

  • EN381-5: especificações para a proteção das pernas
  • EN381-7: especificações de luvas de proteção
  • EN381-9: especificações para polainas de proteção
  • EN381-11: especificações para casacos de proteção

De cordo com a velocidade da motosserra, o produto encaixa numa das 4 classes.

  • Clase 0: 16 metros por segundo
  • Clase 1: 20 metros por segundo
  • Clase 2: 24 metros por segundo
  • Clase 3: 28 metros por segundo

NORMA EN ANTI-QUEDA

Ponto de ancoragem e conector

Ponto de ancoragem: ponto em que o sistema de proteção anti-queda está ancorado de forma segura (faixa de ancoragem, trapézio, linha de vida, etc.)

  • Deve ter uma resistência >10 kN durante pelo menos 3 minutos (EN 795 Classe B)
  • Deve estar a uma altura suficiente para evitar, em caso de queda, o impacto do operário contra o chão ou uma estrutura debaixo do plano de trabalho.

Conector: elemento de ligação nos sistemas de proteção contra as quedas, isto é, sistemas anti-queda, de acesso à corda, de retenção e de salvamento.

  • Deve ter uma resistência >15 kN durante pelo menos 3 minutos EN 362

Arnês anti-queda

No caso de queda, deve ser capaz de amparar o operário e garantir uma detenção sem causar ferimentos.

O único sistema anti-queda capaz de amparar uma pessoa em caso de queda e garantir a detenção completa são os que dispõem de tirantes e braçadeiras segundo a norma (EN 361)

Deve ser escolhido segundo o trabalho e o lugar a que se destina.

Todos os pontos de retenção do arnês devem ter uma resistência superior a 15 kN durante pelo 3 minutos (EN 361 e EN 358)

Dispositivos de ligação

Elemento que liga o arnês ao ponto de ancoragem ou conector (corda anti-queda, dispositivo retrátil, etc.)

  • Devem limitar a queda e serão selecionados de acordo com o trabalho a desempenhar.
  • Deve-se calcular a altura da possível queda para determinar o dispositivo conector necessário.

A NORMA

  • EN353-1 dispositivos guiados sobre linha de ancoragem rígida EN353-2 dispositivos guiados sobre linha de ancoragem flexível
  • EN354 elementos de amarre EN355 absorventes de energia
  • EN358 sistemas de posicionamento no trabalho EN360 dispositivo de anti-queda retrátil
  • EN361 arneses anti-queda EN362 Conectores
  • EN795 Dispositivos de ancoragem – Classe B EN363 sistemas de retenção
  • EN813 Arneses com braçadeiras

GUIA PARA ESCOLHER O ARNÊS ANTI-QUEDA ADEQUADO

Arnês de ancoragem dorsal

  • Ponto de ancoragem de um arnês anti-queda
  • Permite ligar qualquer sistema de retenção de queda
  • Não é adequado para o trabalho em suspensão

Arnês com enganche frontal

  • Ligação do sistema ao fecho frontal do sistema anti-queda
  • Pode-se usar para a recuperação do operário

Anilhas de enganche lateral para posicionamento

  • Utilizadas para o trabalho de posicionamento
  • Permite manter o trabalhador em posicionamento para efetuar o trabalho.
  • Não se pode utilizar para a detenção de quedas

Ponto de enganche pélvico

  • Utilizado no caso de trabalhos de suspensão executados em posicionamento ou quando seja necessário um ponto de ancoragem baixo.

GUIA PARA A ESCOLHA DO DISPOSITIVO ADECUADO

Sistemas de prevenção de quedas (segundo a EN 358)

Trabalhos em postes e similares

Cinto em posicionamento em combinação com uma corda de posicionamento.

Uma alternativa pode ser um arnês completo com cinto de posicionamento. Nestes casos, a posição do trabalhador em risco de queda não deve ultrapassar os 50 cm.

SISTEMAS DE RISCOS DE QUEDA (segundo a EN 363)

O trabalho em postes e andaimes, em janelas e em altura sem a proteção adequada, trabalhos com movimentos laterais ancorados a uma linha de vida horizontal:

Arnês com anti-queda com enganche dorsal/frontal com ou sem cinto de posicionamento ligado a um dispositivo dissipador com absorvente de energia altura mínima necessária 6 m.

Trabalhos de subida e descida (fachadas, vigas, tetos e outras superfícies inclinadas, mastros, escadas):

Arnês anti-queda com enganche dorsal/frontal com um dispositivo anti-queda deslizante (fallstop).

Altura mínima necesaria 2 metros.

Trabalhos sobre andaimes e plataformas, trabalhos em poços, tanques ou silos, montagem de andaimes com ponto de ancoragem fixo superior, trabalho com deslocação tanto em linhas horizontais como verticais com ancoragem numa linha de vida:

Arnês com enganche dorsal com ou sem cinto de posicionamento, ligado a um dispositivo enrolador com faixa têxtil ou de cabo de aço com mosquetão. Altura mínima necessária 2 m.

Norma / TAMANHO

Tamanho

O cliente deve usar estas tabelas para confirmar o tamanho que necessita e confirmar que pode usar as nossas peças de vestuário.

As medidas que fornecemos nas tabelas são medidas anatómicas, do corpo humano despido e não da peça em si. Quando fabricamos uma peça de vestuário, devemos adicionar uma folga para conseguir a comodidade e conforto desejados. Essa folga varia segundo o desenho, o tecido, sexo, etc., tornando-a numa peça de vestuário mais ou menos ajustada.

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